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Sexagem fetal - a partir da 8.ª semana gestacional
O que é:


O método mais comum de revelar se a gestante terá um menino ou uma menina é a ultrassonografia. No entanto, o exame de imagem só consegue detectar o sexo por volta 15ª semana de gestação - e as chances de erro são maiores.

Quem quer uma resposta mais precisa, pode optar pela sexagem fetal, feita a partir da 8ª semana. Além do menor tempo de espera, o exame de sangue apresenta um resultado com precisão de, aproximadamente, 99%.

As células fetais atravessam a barreira placentária e alcançam a corrente sanguínea da gestante. Assim, uma simples punção venosa permite a realização do teste em qualquer situação em que se deseje conhecer o sexo do bebê.

 

Informes Técnicos:


Esse teste se baseia na identificação de sequências do cromossomo Y numa amostra de plasma materno por meio da técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR).

Se detectado, indica um menino e, por exclusão, sua ausência indica uma menina.

A partir da 8ª semana de gestação, o índice de acerto é de 99%.

Dúvidas frequentes:

1)    Quem pode realizar o exame?
Qualquer gestante, a partir da 8ª semana de gravidez.

2)    Existe um período gestacional mais adequado à realização deste exame?
O teste da sexagem fetal deve ser realizado a partir da 8ª semana de gestação, um período gestacional inferior a 8ª semana diminui a sensibilidade do teste resultando em maior probabilidade de resultados inconclusivos e falsos femininos.

3)     O exame detecta gravidez?
O exame não detecta gravidez, portando apenas mulheres com gravidez confirmada devem realizar este teste. Além disso, o exame não tem finalidade de detectar alterações genéticas e sim, identificar o sexo do bebê.

4)     Que tipo de amostra biológica é adequada para este exame?
Deve-se encaminhar 02 tubos (PPT) com mínimo de 3,5ml de sangue materno. O tubo PPT é utilizado para preservar a integridade da amostra.

5)     O uso de medicamentos pode interferir no resultado do exame?
Sim, medicamentos anticoagulantes à base de heparina, podem inibir o teste, levando a resultados inconclusivos. Nesses casos, recomenda-se conversar com o médico para solicitar a suspensão temporária do medicamento, previamente à coleta (24 horas).

6)     Quem deve coletar o material da gestante para realização deste exame?
Recomenda-se um profissional do sexo feminino, a coleta realizada por um homem pode resultar em contaminação da amostra.

7)     Existe algum formulário obrigatório para este exame?
Sim, é necessário o preenchimento do questionário obrigatório, pois ele traz informações relevantes sobre o teste à paciente, assim como dados que asseguram a interpretação e qualidade do resultado.

8)     É possível realizar o exame em grávidas de gêmeos?
Sim, é possível. Os casos de gravidez monozigótica (univitelinos) admitimos que sempre serão do mesmo sexo, logo um resultado masculino equivaleria para ambos os fetos. No entanto, para os casos de gravidez dizigóticas (bivitelinos) um resultado masculino apenas garante que um dos fetos será menino, podendo o outro ser menino ou menina e no caso de um resultado feminino admite-se que ambos os fetos serão do sexo feminino.

9)     Este exame é coberto pelos planos de saúde?
Atualmente os planos de saúde não cobrem este exame.

10)  Qual confiabilidade do teste?
Para gestações superior ou igual a 8 semanas, a probabilidade é de 99,93% de acerto, sendo a sensibilidade e especificidade do exame superiores a 99,9%.  O resultado do teste não possui 100% de precisão em decorrência das limitações técnicas inerentes ao método molecular utilizado, como as condições de coleta e manipulação da amostra, a idade gestacional, deleções no cromossomo Y, mosaicismo e outros fatores que podem influenciar no resultado.

Orientações da coleta:

Necessita agendamento - 41 3222 9560
Preenchimento do Termo de consentimento.
Amostra: 5 ml de sangue venoso.


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