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Próstata - Biópsia sextante/múltiplas amostras
O que é:

O resultado anatomopatológico da biópsia de próstata é que determina o diagnóstico definitivo de câncer de próstata.

Informes Técnicos:

O antígeno prostático específico (PSA) como ferramenta de rastreamento do Câncer prostático, aumentou consideravelmente a indicação da biópsia prostática.

Pórem o PSA (uma glicoproteína produzida na próstata) não se constitui em marcador câncer específico, podendo estar alterado em outras situações, como hiperplasia prostática, prostatites e traumas.

O exato nível de corte do PSA a ser utilizado para indicar a biópsia é controverso.

Na prática, pacientes com PSA acima de 10 ng/ml, sem suspeita de prostatite aguda, a biópsia deve ser sempre realizada.

PSA abaixo de 2,5 ng/ml, terá indicação de biópsia se o toque retal for suspeito e/ou os níveis de PSA mostram aumento em curto espaço de tempo.(>0,5ng/ml/ano).

E para PSA entre 2,5ng/ml e 10 ng/ml, conta-se hoje com o Exame de Saúde Prostática – PHI, em amostra sanguínea, que avalia a relação PSA livre/PSA total, orientando a realização de biópsia. 

Existem diferentes formas de realizar biópsias para câncer de próstata. Esse procedimento pode ser realizado mais de uma vez e pode ser guiado por ultrassom, ressonância magnética ou ambos.

As vias de acesso para a biópsia de próstata são:

  • Biópsia transretal: é o tipo mais comum de biópsia de próstata. Uma amostra de tecido é retirada com uma agulha oca que é inserida através do reto (transretal) e dentro da próstata.

  • Biópsia transperineal: neste caso, uma agulha é inserida na próstata através da pele, na área conhecida como o períneo;

A biópsia pode ser guiada por exames de imagem de duas formas:

  • Guiada por ultrassom: o médico que executa o exame usa um aparelho de ecografia para guiar a agulha que retira fragmentos de todas as regiões da próstata e das lesões ou nódulos suspeitos.

  • Guiada por ultrassom com fusão de imagens com ressonância magnética: esta técnica pode facilitar a localização de lesões suspeitas que não são palpáveis ou que não são visíveis somente com o ultrassom.

No laboratório:

Recebe-se biópsia com seis punções da linha para-sagital, sistemática e aleatória, (biópsia sextante) ou biópsia de próstata com um maior número de fragmentos, geralmente 12 amostras, envolvendo esta as faces látero-laterais.

Realiza-se a descrição das amostras recebidas o aspecto macroscópico do tecido e sua condição geral;

Na microscopia, se for identificado o câncer de próstata, o termo utilizado será adenocarcinoma.

No caso de lesões pré-malignas que requerem condutas específicas, serão utilizados os termos PIN (neoplasia intra-epitelial de alto grau) e ASAP (proliferação atípica de pequenos ácinos);

Faz-se a graduação do câncer, com o grau de agressividade do tumor, com uma nota que varia de 6 a 10; Escore de Gleason.

E o diagnóstico final.

Laudo completo e diferenciado:

O laudo emitido no Citolab contem todas as informações pertinentes ao seguimento do paciente, imagem digitalizada da microscopia e mapa diagramado da próstata acometida.

Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de cura.


 

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